Lote com 600 litros de insumos para fabricação da vacina Coronavac chega a São Paulo

Dezembro 3, 2020 0 Por Simone Gomes

Um lote com 600 litros de matéria-prima da vacina Coronavac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, chegou nesta quinta-feira, 3, a São Paulo, às 5h27min. Conforme o G1, a estimativa é de que a carga de insumos possa virar até 1 milhão de doses de vacinas contra a Covid-19. 

O lote será transportado para o Butantan, em um veículo que terá escolta especial. Os insumos são os “ingredientes” necessários para a finalização da vacina no País. Caberá ao Butantan concluir a etapa final de fabricação.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), esteve no Aeroporto de Guarulhos para acompanhar a chegada do material. Ele estava acompanhado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e do secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn.

“Viemos receber aqui mais um lote da vacina Coronavac, da vacina do Butantan, a vacina que vai salvar a vida de milhões brasileiros. Hoje recebemos insumos para 1 milhão de doses da vacina. Somados aos 120 mil que já recebemos, agora temos 1 milhão e 120 mil doses da vacina”, afirmou Doria.

Ainda segundo o governador, até o início do próximo ano, o governo deve receber as 46 milhões de doses previstas.

“Até o final deste mês de dezembro, estaremos aqui recebendo no Aeroporto de Guarulhos mais seis milhões de doses da vacina, totalizando 7 milhões 120 mil doses da vacina. E no próximo mês de janeiro, até o dia 15 de janeiro, mais 40 milhões de doses da vacina. A vacina do Butantan, a vacina que salva vidas.”

Remessas da vacina

A vacina Coronavac ainda aguarda registro e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso. Essa é a segunda remessa de encomendas do governo estadual do laboratório chinês. A primeira foi com as 120 mil doses de vacinas prontas, em 19 de novembro.

Ao todo, pelo acordo fechado, o Butantan receberá do laboratório chinês 6 milhões de doses prontas para o uso e vai formular e envasar outras 40 milhões de doses.

(O Povo)